@OTogaPreta
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domingo, 23 de novembro de 2014

A MORTE DA MÁTRIA

  

  De maneira sádica,estão promovendo no Brasil a "morte da mátria", uma tortura sem precedentes e de forma bem alicerçada nas bases das instituições deste país,sobretudo as partidárias. 
  Com requintes de maldade,a cada minuto sufocam  a nossa jovem democracia, com um saco plástico em torno de sua cabeça, fazendo-a desfalecer e antes que morra completamente, cessam e jogam um balde de água fria, para que volte do colapso induzido.
  A corrupção neste país, passou a ameaçar a democracia, que é o sopro de vida de nossa amada Mátria.Os inimigos da liberdade bebem o eligir do idealismo bolivariano, prescrito pelo feiticeiro cubano do foro de São Paulo, se tornando assim cada dia mais fortes. 
  Tecem tramas nos poderes constitucionais, a fim de se assegurarem que seu Jihadismo, possa seguir sem oposição legal.
  No mérito da questão estão os cidadãos comuns, pessoas de bem, que lutam com as armas que tem, para tentar por fim a esta sessão de sádica tortura.
  Descoordenadamente vão ás ruas, bradar palavra de ordens, que por mais extremistas que possam parecerem, na realidade é ainda um fio de esperança, uma tentativa de por fim a cruel flagelação de nossa mãe pátria.
  Os coveiros da pseudo "liberdade",  já espreitam com suas foices e enxadas, as cidades e os campos, cientes que seus movimentos de chacais carniceiros, não mais ficarão sem terras para esburacar e delas retirarem corpos putrefatos, restos mortais do que antes era um estado, para alimentar a Prostituta Mãe, também chamada Gran Pátria Bolivariana.
  Assim a cada dia morremos um pouquinho, no Executivo,no legislativo e no Judiciário, a medida que não mais somos representados como povo, mas sim como uma replicação memética  de um sistema totalitário, a servidão moderna.
  É oportuno citar o cantor Cazuza:
"Os nossos inimigos estão no poder, ideologia......" 
(Cazuza)
  E também a Shakespeare:
"Que época terrível esta, onde idiotas dirigem cegos"
(William Shakespeare) 

OTogaPreta

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

PSDB pede auditoria de apuração dos votos no TSE




Desde domingo à noite, pipocam na internet cópias de Boletins de Urnas (BU) nos quais a presidente Dilma aparece com supostos votos computados antes das 7h. Mas nenhum dos BUs têm registro de horário de impressão para comprovar a suposta fraude.
Os Boletins de Urnas são impressos por mesários nas seções, por regra, após às 17h, findo o horário do pleito, e são afixados nas portas das mesmas. Antes da eleição, campanha de ONG nas redes sociais alertou os eleitores para tirarem fotos dos boletins
Quatro dias após o resultado oficial da eleição presidencial, na qual uma pequena diferença de votos – diante do contingente nacional – reconduziu a presidente Dilma (PT) ao segundo mandato, o PSDB decidiu pedir oficialmente uma investigação da apuração dos votos.
Em nota oficial, o partido informa acreditar na segurança da urna e no processo eleitoral, mas nas entrelinhas deixa claro que vê com desconfiança a lisura do processo de totalização dos votos das urnas.
Informa a nota: “Temos absoluta confiança de que o Tribunal Superior Eleitoral – TSE cumpriu seu papel, garantindo a segurança do processo eleitoral. Todavia, com a introdução do voto eletrônico, as formas de fiscalização, auditagem dos sistemas de captação dos votos e de totalização têm se mostrado ineficientes para tranquilizar os eleitores quanto a não intervenção de terceiros nos sistemas informatizados''.
Diante deste quadro de desconfiança por parte considerável da população brasileira, o Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB decidiu apresentar ao TSE, no dia de hoje (30/10), um pedido de auditoria especial''.
Os tucanos querem uma comissão especial “formada por pessoas indicadas pelos partidos políticos, objetivando a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral, iniciando-se com a captação do sufrágio, até a final conclusão da totalização dos votos''.


Nesta quinta (30), duas faixas foram fixadas pela manhã na Praça dos Três Poderes, na frente do Palácio do Planalto, com as inscrições “Impeachment'' e “Fraude eleitoral''