O
Triplo A
Parece
um título de filme de hollywood, mas este Triplo A que aqui
vou expor, não é ficção, trata-se de mais
uma das maldades do projeto bolivariano, para criar uma zona
internacionalizada na Amazônia legal,através da
demarcação de extensa área à título
de torna-la um suposto corredor ecológico que abrangerá
dos Andes até o atlântico, passando pela Amazônia.
A iniciativa é do governo da Colômbia Juan
Manuel Santos.
O
alerta partiu do professor Rogério Maestri, que vê a
iniciativa como supostas preocupações ambientais, que
pode esconder interesses estrangeiro muito mais perversos,em
entrevista recente “Esse tal corredor ecológico, que pra
mim não é um corredor, é uma verdadeira
ocupação. É o germe de uma ocupação
de uma parte do Brasil com o objetivo de isolá-lo do norte, do
Caribe, e a América do Sul da parte norte”
O
professor de Engenharia Hidráulica na Federal do Rio Grande do
Sul (UFRGS),além de ser engajado na área técnica
de questões ambientais se preocupa também com
geopolítica, vê na propostas feita por Santos,
presidente da Colômbia, um bem camuflado movimento geopolítico,
Santos anunciou em fevereiro que ia propor o Tripo A ao Brasil, e que
passou despercebido de todos,até do poder Legislativo
brasileiro.
“Será
o maior corredor do mundo, com 136 milhões de hectares, que
batizamos de Triplo A, pois seria andino, amazônico e
atlântico, indo dos Andes até o Atlântico, no
Brasil”, declaração Oficial de Santos em
pronunciamento na televisão, programa oficial Agenda Colômbia,
em 16 de fevereiro. Explanou que a proposta tem como
objetivo“preservar a área e como uma contribuição
da humanidade para a discussão sobre como deter as mudanças
climáticas”O professor Maestri, suspeita que provavelmente
o discurso de Santos esconda intenções obtusas.
Sustentado na doutrina internacional de que corredores ecológico
tem alguns pré requisitos,enquadrar a proposta do projeto
Triplo A,como tal, é provavelmente engôdo, “De acordo
com o costume internacional, se fazem corredores com largura de,
digamos, no máximo 1 km. (…) O que chamam de corredor
ambiental é algo que varia aqui [no Triplo A] de 50km a 500km
(....) “Pode ser qualquer coisa, menos corredor ambiental. É
um rasgo que se faz no norte do Brasil”resaltou em sua entrevista.
O
Triplo A ,se tornando realidade, ficaria assim a ocupação
geográfica: 62% por território brasileiro, 34% por
território colombiano e 4% por território venezuelano.
Ou seja, a gestão do “corredor” teria que ser tripartite,
o que, segundo Maestri, facilitaria a dominação
estrangeira da região amazônica.
Maestri
vê interferência européia e dos Estados Unidos,
mas vamos lá :Santos em processo de acordo com a a FARC, um
disfarçado acordo de paz, a área compreendida abrangem
países da UNASUL, há nesta região todo tipo de
riquezas minerais e a mais importante a reserva mineral de nióbio
localizada na região denominada Cabeça de Cachorro, no
município de São Gabriel da Cachoeira (AM), na
fronteira com a Venezuela e a Colômbia, classificada entre as
maiores do mundo, apesar da alta viabilidade comercial, não
pode ser explorada comercialmente porque está localizada em
território indígena e dentro das áreas de
proteção ambiental.
O
nióbio é um raro e estratégico minério
utilizado na industrialização de produtos que suportem
altas e baixas temperaturas como aviões e foguetes.
Indispensável nas indústrias espacial e nuclear, várias
ligas de nióbio são desenvolvidas por sua leveza e por
sua supercondutividade, muito superior a de outros minerais. Seus
principais derivados entram na composição de aços
diversos, como nos aços de alta resistência, usados na
fabricação de tubulações para transmissão
de gás sob alta pressão, petróleo e água,
por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos
mais agressivos.
Entenderam
ou querem que desenhe? Países como o Canadá tem seu PIB
impulsionado pela comercialização do Nióbio.
Vamos subir um nível acima no raciocínio com esta
reprodução do G1 economia “O Brasil detém
praticamente todo o nióbio do planeta, mas este potencial é
desaproveitado”, afirma a pesquisadora Mônica Bruckmann,
professora do Departamento de Ciência Política da UFRJ e
assessoria da Secretaria-Geral da Unasul (União de Nações
Sul-Americanas). “O que se esperaria é que o Brasil tivesse
uma estratégia muito bem definida por se tratar de uma
matéria-prima fundamental para as indústrias de
tecnologia de ponta e que pode ser vista como uma fortaleza para a
produção de energias limpas e para o próprio
desenvolvimento industrial do país”. Veja ai a UNASUL em
suas pesquisas de campo.
Estamos
diante de uma usurpação de nossas riquezas em prol de
um projeto de poder latino americano. @OTogaPreta
Click na imagem para ampliar
Saiba tudo sobre o Nióbio em: G1 NIÓBIO
Nenhum comentário:
Postar um comentário