@OTogaPreta

sexta-feira, 5 de junho de 2015

O TRIPLO A, A SAGA DA UNASUL,PARA A DIVISÃO DA AMAZÔNIA!

O Triplo A
Parece um título de filme de hollywood, mas este Triplo A que aqui vou expor, não é ficção, trata-se de mais uma das maldades do projeto bolivariano, para criar uma zona internacionalizada na Amazônia legal,através da demarcação de extensa área à título de torna-la um suposto corredor ecológico que abrangerá dos Andes até o atlântico, passando pela Amazônia. A iniciativa é do governo da Colômbia Juan Manuel Santos.
O alerta partiu do professor Rogério Maestri, que vê a iniciativa como supostas preocupações ambientais, que pode esconder interesses estrangeiro muito mais perversos,em entrevista recente “Esse tal corredor ecológico, que pra mim não é um corredor, é uma verdadeira ocupação. É o germe de uma ocupação de uma parte do Brasil com o objetivo de isolá-lo do norte, do Caribe, e a América do Sul da parte norte”
O professor de Engenharia Hidráulica na Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),além de ser engajado na área técnica de questões ambientais se preocupa também com geopolítica, vê na propostas feita por Santos, presidente da Colômbia, um bem camuflado movimento geopolítico, Santos anunciou em fevereiro que ia propor o Tripo A ao Brasil, e que passou despercebido de todos,até do poder Legislativo brasileiro.
Será o maior corredor do mundo, com 136 milhões de hectares, que batizamos de Triplo A, pois seria andino, amazônico e atlântico, indo dos Andes até o Atlântico, no Brasil”, declaração Oficial de Santos em pronunciamento na televisão, programa oficial Agenda Colômbia, em 16 de fevereiro. Explanou que a proposta tem como objetivo“preservar a área e como uma contribuição da humanidade para a discussão sobre como deter as mudanças climáticas”O professor Maestri, suspeita que provavelmente o discurso de Santos esconda intenções obtusas. Sustentado na doutrina internacional de que corredores ecológico tem alguns pré requisitos,enquadrar a proposta do projeto Triplo A,como tal, é provavelmente engôdo, “De acordo com o costume internacional, se fazem corredores com largura de, digamos, no máximo 1 km. (…) O que chamam de corredor ambiental é algo que varia aqui [no Triplo A] de 50km a 500km (....) “Pode ser qualquer coisa, menos corredor ambiental. É um rasgo que se faz no norte do Brasil”resaltou em sua entrevista.
O Triplo A ,se tornando realidade, ficaria assim a ocupação geográfica: 62% por território brasileiro, 34% por território colombiano e 4% por território venezuelano. Ou seja, a gestão do “corredor” teria que ser tripartite, o que, segundo Maestri, facilitaria a dominação estrangeira da região amazônica.
Maestri vê interferência européia e dos Estados Unidos, mas vamos lá :Santos em processo de acordo com a a FARC, um disfarçado acordo de paz, a área compreendida abrangem países da UNASUL, há nesta região todo tipo de riquezas minerais e a mais importante a reserva mineral de nióbio localizada na região denominada Cabeça de Cachorro, no município de São Gabriel da Cachoeira (AM), na fronteira com a Venezuela e a Colômbia, classificada entre as maiores do mundo, apesar da alta viabilidade comercial, não pode ser explorada comercialmente porque está localizada em território indígena e dentro das áreas de proteção ambiental.
O nióbio é um raro e estratégico minério utilizado na industrialização de produtos que suportem altas e baixas temperaturas como aviões e foguetes. Indispensável nas indústrias espacial e nuclear, várias ligas de nióbio são desenvolvidas por sua leveza e por sua supercondutividade, muito superior a de outros minerais. Seus principais derivados entram na composição de aços diversos, como nos aços de alta resistência, usados na fabricação de tubulações para transmissão de gás sob alta pressão, petróleo e água, por ser um poderoso agente anticorrosivo, resistente aos ácidos mais agressivos.
Entenderam ou querem que desenhe? Países como o Canadá tem seu PIB impulsionado pela comercialização do Nióbio. Vamos subir um nível acima no raciocínio com esta reprodução do G1 economia “O Brasil detém praticamente todo o nióbio do planeta, mas este potencial é desaproveitado”, afirma a pesquisadora Mônica Bruckmann, professora do Departamento de Ciência Política da UFRJ e assessoria da Secretaria-Geral da Unasul (União de Nações Sul-Americanas). “O que se esperaria é que o Brasil tivesse uma estratégia muito bem definida por se tratar de uma matéria-prima fundamental para as indústrias de tecnologia de ponta e que pode ser vista como uma fortaleza para a produção de energias limpas e para o próprio desenvolvimento industrial do país”. Veja ai a UNASUL em suas pesquisas de campo.
Estamos diante de uma usurpação de nossas riquezas em prol de um projeto de poder latino americano. @OTogaPreta

                                           Mapa com a Demarcação do Tripo A

Click na imagem para ampliar 
Saiba tudo sobre o Nióbio em: G1 NIÓBIO

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